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Super Review Time

Cultura pop fora da caixa, redescoberta. Escrevo sobre cinema, quadrinhos, animação e jogos há quase 10 anos, com foco em nostalgia obscura, seja descobrindo pérolas do passado ou expandindo conhecimento com material complementar. Sabia que os pais do Aladidn aparecem nos quadrinhos? E que a Disney tava produzindo um filme sobre os Sete Anões? Pois é, eu trago esse tipo de coisa. Também não perca a revista eletrônica "Post Blogum" para conteúdo complementar e exclusivo!

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Imagina que cê foi na casa de algum parente, porque cê vai ajudar a organizar a ceia de Natal. Digo, quem vai mesmo são seus pais, porque não tem muito o que fazer, anyway.
Então cê resolve se derramar no sofá, assistindo seja lá o que tiver passando na TV.

O problema é que só tem jornal regional com reportagens esdrúxulas sobre… sei lá, a ação de Natal distribuindo giz de cera pros animais de rua. E aqueles talk show pra senhoras que já passaram dos 70 anos que geralmente envolvem um “talento” local que canta em um inglês quebrado acompanhado de um teclado sintetizador Yamaha ou Casio.

Mas cê tem que matar esse tempo com algo mais intelectualmente estimulante, então cê surfa pelos canais, torcendo pra achar qualquer coisa que seja mais interessante do que conversar com um abacate.

E aí cê encontra, nas profundezas daqueles canais escondidos entre a TV Aparecida e a TV Cultura, um canal (provavelmente o TV Metrópole), exibindo um filme de Natal que cê nunca ouviu falar, mas que parece ser diferente dos outros, por não ter as cores berrantes típicas natalinas, nem magia real em sua realidade, embora ainda lide com Papai Noel. E mais, é um drama… ligeiramente engajante, com alguns atores reconhecíveis.

Isso meio que aconteceu comigo algumas vezes, uma delas eu acabei vendo Thomas Kinkade’s Christmas Cottage, e em outra, Bela Adormecida da Goodtimes.

Exceto que Bela Adormecida não é uma história de Natal, mas não vem ao caso.

Enfim, Prancer (ou Um Natal Mágico, um título tão sem sal e genérico que devia levar alguém a ser demitido ou posto a ferros) se encaixa nessa situação.

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Eu não sei os costumes e tradições festivas da tua família, mas se for parecida com a minha em qualquer época dos últimos 30 anos, provavelmente envolve ter uma televisão ligada a qualquer momento do dia.

Pra uma criança em férias, ter a TV ligada era quase uma obrigação, até porque sempre tinha ALGUMA coisa passando, seja um filme de Natal, ou alguma programação especial, ou até seja lá o que a TV Cultura estivesse passando no momento. O importante era não deixar que o silêncio atrapalhasse nossos momentos em que cálculos e obrigações estudantis iminentes preenchessem nossas mentes.

E especificamente durante as noites do dia 24 em diante, era óbvio que a reunião familiar era constante, mas a maioria das famílias deixava a TV ligada como ruído ambiente. Elas não exatamente assistiam o que tava rolando, mas sim deixavam lá pra ter assunto pra conversar sobre, o que geralmente terminava com alguém ameaçando um parente com um utensílio de cortar o peru.

E é por isso que na minha família é tradição comermos pipoca no Natal, obrigado tio Leandro.

Enfim, como as emissoras de TV não fazem mais uma programação especial que preste (se é que ainda fazem, eu literalmente não sei), resolvi eu mesmo tomar as rédeas do entretenimento familiar natalino, e bolei uma sugestão do que assistir durante a festa de Natal e você tenta ignorar os parentes.

Eu acredito ser um bom equilíbrio entre clássicos conhecidos do público brasileiro, e outros que são clássicos lá fora e merecem um pouco mais de amor aqui. Também tentei equilibrar climas e humores, bem como tempo de duração.

E sim, é só uma sugestão, e alguns filmes não foram incluídos por serem batidos ou importantes demais. Não me encha o saco por não ter botado Esqueceram de Mim.

Aliás, quando disponível, vou deixar o link pro artigo original de cada filme ou especial comentado, caso cê queira ler com mais detalhes.


Sem mais delongas, CHRISTMAS!

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Eu confesso que não sou muito versado em toda a lore e aspectos históricos do Papai Noel. Eu sei que existem várias versões em vários países e culturas, mas sei pouco além do André o Gigante de Pére Noel em Young Rock, ou a série de filmes holandeses que eu nunca vi.

Como todo bom ocidental, eu conheço os aspectos básicos tradicionais e entendo que cada filme de Natal vai trazer alguma coisa diferente. Às vezes é mais fantasioso e etéreo, como Santa Clausthe Movie; às vezes é mais irônico em como eles colocam aspectos corporativos, como em Arthur Christmas e Santa Baby. E às vezes é uma mistura do mágico e sobrenatural com um pouco do aspecto corporativo, como em Santa Clause.

Mas geralmente, a figura do Noel é algo já estabelecido, não tem uma origem detalhada como um herói da Marvel. Exceto o criador do Mágico de Oz, L. Frank Baum, que bolou talvez a mais completa versão fantástica da origem do velho São Nicolau.

Mas hoje eu não tou aqui pra falar do livro… em grande parte. Se tu tiver curiosidade, tem pelo Project Gutemberg, mas também no Audible pra ouvir caso cê tenha o mesmo problema de foco que eu. Quando eu peguei tava incluído na assinatura do Audible, mas por ser em domínio público tem várias versões, escolhe a que for melhor pra ti. 

Anyway, o que é curioso é um livro natalino em domínio público do autor do Mágico de Oz ter só duas adaptações em audiovisual.
Qualquer produtor de TV querendo se agarrar ao emprego estaria salivando em poder adaptar um clássico de um autor clássico reconhecido por uma história que foi adaptada pela MGM nos anos 30. E ainda, sem ter que pagar direitos autorais! É praticamente dado de bandeja! É tipo adaptar livros clássicos em filmes Muppet, é uma fórmula óbvia demais pra que executivos façam.

O que torna essa história tão difícil de ser adaptada? Será um ritmo esquisito? Personagens estranhos? Dificuldade do público em digerir a história? Obscuridade?

Eu não faço idéia, mas aconteceu duas vezes, então eu vou comparar as duas versões.

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E mais uma vez chegamos ao período de festas! Sobrevivemos a mais um ano, parabéns, dê um tapinha nas próprias costas!

E nada mais animador do que ver animações!

...essa frase era mais impactante na minha mente.


Na verdade, não, mas é que... é difícil escrever sobre Dia de Ação de Graças, pelo menos de maneira engraçada. Temos poucas tradições pra fazer piadas, geralmente a comédia se vem de elementos cotidianos que nem todo mundo compartilha, como o tipo de familiar que aparece pra importunar a gente.

E esse é o caso desse episódio de House of Mouse, que... é temático, mas basicamente toda comédia vem do mesmo lugar. Ainda bem que é House of Mouse, uma das melhores coisas que a Disney já produziu pra TV, com uma sala de roteiristas que sabiam o que tavam fazendo e tinham uma paixão genuína pelas IPs que lhe eram emprestadas.


Então, sem mais delongas, vamo dar uma olhada nesse episódio de mais uma série clássica que a Disney insiste em guardar nos cofres, ao invés de liberar no Disney+.


BOB IGER TRAFICANTE
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Gary K. Wolf retomou os direitos sobre o livro “Who Censored Roger Rabbit?”, e o futuro de Roger e Jessica Rabbit pode mudar para sempre. Vamos debater o que isso significa para a Disney e a chance de um novo filme mais fiel à obra original.

E mais: a polêmica demissão (ou não) da Rainha Má da Disneyland, que viralizou no TikTok. O que está por trás dos vídeos, da cultura dos Cast Members e por que o buraco é bem mais embaixo do que parece.


Kapan Komenta 51 - Roger Rabbit e a Demissão da Rainha Má por Kapan Katsuragi

Leia no Substack






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Vocês sabiam que o nome do SRT veio do bloco de herói que passa Kamen Rider e Super Sentai na TV Asahi?
Agora você sabe, e saber é metade da batalha!

Pois é, faz um bom tempo que não escrevo sobre tokusatsu, basicamente porque eu não tenho tempo infinito pra gastar meses e resultar em um único artigo que só vai ser lido por meia dúzia de internautas, já que os usuários alfabetizados na internet estão se isolando da internet.

Ou estão sendo obnóxios no Substack.

Porém, eu ainda gosto muito do estilo, e assistir Kamen Rider no Prime Video no meu próprio tempo, sem ter que maratonar tudo em prol de uma deadlinem, tem sido um hábito saudável. De fato, eu tenho feito isso com praticamente tudo que assisto, porque eu sei que quem tem que ler isso aqui, vai achar de um jeito ou de outro.

Eu só tenho que sacrificar alguns Labubus no altar dos deuses do SEO.

…

Enfim, Goranger!

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Análise do filme Tron Ares e a estratégia da Disney para o futuro com franquias de ficção científica

A Disney precisa DESESPERADAMENTE de um sucesso entre homens jovens, e após matar a Marvel e Star Wars, eles apostam em... Tron.

Tron. Aquela franquia extremamente nichada, complicada de seguir, e que todo mundo, incluindo quem tava no filme, tem uma idéia errada do que era o plot.

Tron: ARES parece ser a maior aposta da Casa do Rato pra retomar o público enxotado pela mesma Casa do Rato, mas o caminho vai ser difícil e tortuoso.




Kapan Komenta 50 - Disney Desesperada por Kapan Katsuragi

A Casa do Rato precisa voltar a atrair homens jovens, mas talvez a História não se repita...

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Finalmente a história de vida de Chespirito, o Roberto Gomez Bolaños é contada num drama, dramatizando todo o drama por trás da comédia em Sem Querer Querendo.

Essa frase ficou muito melhor na minha cabeça.

Aliás, só eu acho estranho a sigla do nome dele ser RGB? Enfim.

A série (uma ficção baseada na autobiografia do Bolaños) passa pela criação das obras mais conhecidas como Chaves e Chapolin, até pelas menos conhecidas, como Supergenios da Mesa Quadrada e Cidadão Gomez, mas principalmente, foca no desenrolar da vida pessoal do próprio Chespirito.

E ao contrário do internauta revoltado nas redes sociais do HBO Max Warner Plus With Lasers, isso não é uma coisa ruim.

Ok, ver bastidores de gravação é legal, mas é de longe a parte mais interessante da biografia.

Ouve esse episódio que eu te explico.



Kapan Komenta 49 - Sobre a série lá do Chespirito por Kapan Katsuragi

Leia no Substack


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Double feature hoje, porque o assunto é extenso e talvez seja um divisor de águas na Casa da Lâmpara.

Lâmpa-da. Lâmpida.

Elio tem sido até agora a pior abertura de bilheteria da história da Pixar, mas ao mesmo tempo, não é um filme ruim. Porém, os relatos públicos e vazados dos bastidores mais do que explicam o imbróglio que o filme se encontra.

Primeiramente, temos o vídeo sobre o filme em si, e um pequeno toque no histórico da produção. Segundamente, temos o Kapan Komenta, entrando em detalhes sobre as confusões e alterações no filme. Terceiramente, vocês podem se degladiar educadamente nos comentários.

Sem mais delongas, tudo isso depois do break:

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O MuppetVision 3D foi oficialmente encerrado — e com isso, a última produção com o toque de Jim Henson também desaparece.
Neste episódio, analisamos:

  • A reação negativa do público ao marketing do Disney World

  • Os problemas antigos da franquia Muppets que agora estão visíveis até para quem não é fã

  • O que isso pode indicar sobre a estratégia da Disney daqui em diante

Descubra por que o fim dessa atração clássica é mais simbólico do que parece.


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